Atividades inclusivas: dicas que estimulam a inclusão das pessoas com deficiência na escola

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Estimular a inclusão de crianças e adolescentes com deficiência na rotina escolar é tarefa de toda a equipe pedagógica e dos funcionários, do motorista ao diretor. Mas, quando se trata de elaborar o plano de aprendizagem desses alunos, a responsabilidade é do professor e dos gestores – em especial do coordenador pedagógico.

É evidente que a deficiência impõe cuidados e providências específicas, e que as necessidades psicológicas têm algumas particularidades. Desta forma, selecionamos algumas atividades que estimulam a inclusão das pessoas com deficiência na escola.

#Dinâmicas

Quando um aluno com necessidades educacional for integrado em uma escola regular, sugerimos que além das orientações gerais oferecidas pela professora da classe, a mesma possa desenvolver com o grupo algumas dinâmicas, elas facilitem a integração do aluno com necessidades educacionais especializadas.

#Jogos

Utilizar jogos, não como instrumento recreativos na aprendizagem, mas como facilitadores, colaborando para trabalhar os bloqueios que os alunos apresentam em relação a alguns conteúdos matemáticos. Como por exemplo, o dominó.

#Comunicação por figuras

O Sistema de Comunicação por Figuras – PECS (Pecs- Picture Exchange Communication System), é um método de comunicação mais utilizado com autistas, desde os primeiros anos de vida. Muito popular seu uso em escolas (classes especiais), terapias e em casa. Os PECS são extremamente importantes para os autistas não verbais.

#Teatro

Através do teatro não verbal, o aluno irá utilizar o corpo e gestos para transmitir uma mensagem. Outra metodologia é o teatro de vara ou hastes, usado para ampliar vinculo afetivo, descobrindo seu corpo e potencialidades, limites e fortalecendo sua autoestima na relação social ampla. Outra possibilidade é utilizar fantoches, seu potencial mágico ajuda a promover o desenvolvimento integral dos alunos, como convite a contar histórias.

#Atividades coordenação motora

Os professores de educação física podem inventar, criar e imaginar atividades esportivas para trabalhar o planejamento motor, coordenação motora e equilíbrio. Atividades baseadas em modalidades olímpicas podem ser bastante divertidas.

Educação Inclusiva no Brasil

A cada ano, aumenta o número de pessoas com deficiência em salas de aula comuns: entre 2005 e 2015, o salto foi o equivalente a 6,5 vezes, de acordo com o Censo Escolar, do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira). O total subiu de 114.834 para 750.983 estudantes especiais convivendo com os demais alunos.

O aumento captado no estudo reflete, de acordo com especialistas, sobretudo mudanças na legislação. A mais recente delas foi endossada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), confirmando a proibição de escolas cobrarem taxas extras nas mensalidades das crianças com deficiência.

Os dados do Inep, órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), apontam que no ano de 2016, eram, ao todo, 930.683 alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação no ensino regular e no EJA (Educação de Jovens e Adultos).

Destes, 81% estavam em escolas e salas comuns e 19% nos colégios ou salas exclusivas para pessoas com deficiência. Em 2005, o quadro era bem diferente: 492.908 pessoas com necessidades especiais estudavam no país – apenas 23% no ensino comum e 77% em escolas especiais.

Fontes: Blog EducaçãoSite Globo 

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